Alvis é fotógrafo, nascido em Hamilton, Canadá. Sua formação acadêmica é a engenharia e há trinta anos realiza atividades ligadas a fotografia, aprendendo a aperfeiçoar suas habilidades fotográficas, durante anos. Participa das três edições da MundiArt, com as obras: “Metrópolis” e “Insomnia”, em desenho digital. Se a nova arte digital deve ou não ser aceita como arte, se ela é legítima ou não, por enquanto todas as discussões sobre o assunto estão passando muito distante. O trabalho apresentado por Alvis é simples, colorido e alegre. Como arte digital ainda não flui em som, movimento e interatividade, nem chegou ao padrão multimídia. O artista apenas se apropria da linguagem gráfica e vetorial para reproduzir um momento, impresso em papel. Dizem que a evolução tecnológica poderia eventualmente prejudicar a evolução artística, mas ao contrário, ela não só a ajudou como facilitou o acesso a todos, ofereceu possibilidades e hoje um artista possui um grande número de ferramentas que lhe podem ajudar a criar a obra de arte que expresse melhor sua subjetividade. Se, para Alvis, objetivo é explorar o uso de tecnologias para comunicar idéias, e trazer arte e imaginação para a vida das pessoas, então valeu a pena.
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